• carolinacorrea8

Campanha eleitoral nas redes sociais, pode tudo? Há regras?

Atualizado: 20 de Ago de 2018


Do boca a boca às redes sociais, as propagandas eleitorais chegaram.

Dia 16 de agosto começou a propaganda eleitoral e é dever de todos os cidadãos fiscalizar a atuação dos candidatos na internet, para tanto, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou cartilha que trás as principais regras de veiculação das propagandas nas redes sociais e internet.

Os candidatos podem impulsionar conteúdos nas redes sociais e comprar palavras-chave nos buscadores. Na prática, isso significa que quando você pesquisar por algo numa página de respostas, como por exemplo o Google, os candidatos que tiverem comprado aquelas palavras vão aparecer em posição de destaque nas respostas que o site vai te oferecer. Já os conteúdos impulsionados, são aquelas propagandas que aparecem no nosso feed de notícias mesmo que a gente não siga ou curta aquela determinada página.

Esses conteúdos impulsionados tem que vir com a palavra “patrocinado”, pra deixar bem claro pra todo mundo que aquilo é uma propaganda. E só podem ser feitos pelas paginas oficiais dos candidatos e partidos. Obviamente, todo o dinheiro gasto na campanha da internet tem que ir pra prestação de contas.

É proibido ter perfis fakes e robôs que são usados pra dar mais repercussão ao conteúdo porque ficam o dia inteiro compartilhando e falando do mesmo assunto. É proibido, também, impulsionar campanhas para difamar outros candidatos. Obviamente, todo o dinheiro gasto na campanha da internet tem que ir pra prestação de contas.

4 visualizações

Desenvolvido por TI MASTER